Henrique Gouveia e Melo esteve este sábado em contacto com a população na Feira de Monte Abraão, em Queluz, onde voltou a reforçar a importância da proximidade com os portugueses ao longo da campanha. Em declarações aos jornalistas, o candidato sublinhou que a verdadeira sondagem será no dia 18, quando os portugueses forem votar, desvalorizando estudos de opinião. “Fiquem com as sondagens, eu fico com os resultados”, afirmou.
Gouveia e Melo destacou ainda o percurso desenvolvido para além das funções nas Forças Armadas, lembrando o seu papel durante os incêndios de Pedrógão Grande e no processo de vacinação contra a covid-19, referindo que sente que as pessoas “têm uma boa memória” do seu trabalho.
Reforçou que vai continuar a apostar no contacto direto com a população, por acreditar que é junto de quem vota que se compreende verdadeiramente o país, considerando que hoje tem um conhecimento mais profundo da realidade nacional.
O candidato defendeu que Portugal só pode avançar com todos, sublinhando a coesão social como eixo central da sua visão. Alertou ainda para o facto de o país não estar isolado, mas inserido num contexto internacional exigente, num momento externo difícil e com desafios internos que exigem um novo impulso.
Para isso, afirmou, Portugal precisa que os portugueses ganhem mais e rejeitou soluções do passado, defendendo que não são necessários “políticos do passado com soluções que não funcionam há 20 anos”.
Ao longo do dia, Henrique Gouveia e Melo visitou ainda os Bombeiros Voluntários de Colares, em Sintra, e os Bombeiros Voluntários de Almoçageme. Em declarações aos jornalistas, salientou a relevância do associativismo português, destacando que organizações humanitárias como os bombeiros têm um papel fundamental na sociedade e uma história de muitos anos ao serviço das comunidades.
Sublinhou que todo o apoio dado a estas associações, incluindo a visibilidade, é essencial, por constituírem um dos pilares da sociedade portuguesa.
O dia terminou com uma visita à Vila Natal, em Óbidos, onde voltou a contactar com a população. Em declarações à comunicação social, Gouveia e Melo afirmou acreditar que no dia 18 fará um brinde com a ajuda dos portugueses, demonstrando confiança, que diz sentir nos contactos de rua e na simpatia das pessoas.
Acrescentou que a sua preparação e experiência anteriores permitem ajudar o país a enfrentar momentos difíceis, incluindo a atual situação internacional.